Tanto a mamadeira quanto a chupeta devem ser oferecidas quando há necessidade, pois nem sempre é possível a amamentação materna.
O uso excessivo da chupeta poderá causar alterações na arcada e no posicionamento dos dentes, provocando uma má oclusão na criança. O ideal é que a chupeta seja retirada, no máximo, entre 2 e 3 anos de idade, tomando o cuidado de não coincidir com o nascimento do irmãozinho, retirada de fralda ou entrada na escola, pois são eventos onde a criança já estará se sentindo insegura emocionalmente.
Em muitos bebês o sono é mais tranqüilo com a chupeta, pois há estímulo da sucção e evitando os casos de morte súbita.
O importante é evitar o uso contínuo da chupeta (o dia todo), não dependurar a chupeta na roupa da criança e oferecer a chupeta quando a criança for dormir, podendo retirar assim que ela adormecer. A chupeta deve ser usada apenas nos momentos necessários.
Até os 6 meses de idade, o ideal é que seja oferecido o leite materno exclusivamente. Após essa fase é muito importante a consistência dos alimentos, pois é através da mastigação que a face se desenvolve corretamente assim como os dentes.
Deve-se evitar em qualquer época alimentos que contenham muito sal, açúcar, corante e gordura, além de refrigerantes, macarrão instantâneo, salgadinhos, chocolates, suco artificial, bolachas recheadas e guloseimas em geral, que além de serem cariogênicos, possuem baixo valor nutricional.
Lembrando que é na infância que desenvolvemos a base de nossos hábitos para a vida inteira, sendo assim devemos sempre passar bons hábitos para as crianças que dessa forma tem mais chance de terem uma alimentação mais nutritiva e saudável.
O tratamento é indicado em duas situações:
- Quando a polpa vital se apresenta inflamada, com dor espontânea em decorrência da exposição da dentina por cárie profunda, trauma, fratura coronária (coroa do dente), ou retração gengival;
- Quando a polpa perde a vitalidade (necrose) e compromete a estrutura que envolve a raiz, provocando inflamação da membrana periodontal e do osso de modo assintomático.
Os implantes dentários são as opções mais comuns às próteses dentárias e tem um resultado ainda mais natural, porém não se adaptam a todas as pessoas. Se esse for o caso as próteses são a melhor opção além de serem seguras e apresentarem ótimo custo benefício.
Provavelmente trata-se de um abcesso dentário. Você deve consultar o dentista para que ele examine seu caso. Na grande maioria das vezes será necessa´rio o tratamento endodôntico (canal) do dente próximo à essa área.
Estudos de longa duração comprovam que certos tipos de implantes apresentam taxas de sucesso acima de 90% nos implantes colocados e taxas superiores a 97% de sucesso das próteses (porque a perda de um implante não significa necessariamente a perda da prótese, pois está apoiada em outros implantes). Como se trata de um processo biológico, varia de pessoa para pessoa e de caso para caso, mas devido às taxas anteriormente citadas, o desconforto da cirurgia é muito inferior ao benefício de possuir uma prótese fixa, e mesmo nos casos onde ocorre a falha, o procedimento pode ser refeito.
Trata-se de uma nova geração de implantes, introduzidos a partir da década de 60, mas que só agora atingem um grau de aceitabilidade universal. São geralmente parafusos de titânio colocados em áreas desdentadas e que apresentam capacidade de exercer as funções mastigatórias e funcionais de maneira semelhante aos dentes naturais. Normalmente é feito em duas etapas: uma para a inserção do implante de titânio - cirurgia mais extensa - e outra, alguns meses depois, para a colocação dos dispositivos que suportarão as próteses. As próteses, por sua vez, podem ser confeccionadas em curto período após a esta segunda etapa.
Isso acontece devido ao processo de aclimatação: quando somos expostos a determinado odor (bom ou ruim) em questão de minutos nos adaptamos a ele, deixando de percebê-lo. Este processo é também chamado de fadiga olfatória.
Fatores como severidade do problema, tipo de crescimento da face, idade e nível de cooperação do paciente influenciam diretamente na duração do tratamento.
Tratamentos simples duram aproximadamente 6 meses. A maior parte dos tratamentos com aparelho fixo, em adolescentes, duram aproximadamente 24 meses.
Tratamentos com aparelho fixo em casos que envolvem extrações de dentes duram aproximadamente 30 meses.
Sim. Desde que as estruturas em volta dos dentes sejam saudáveis, a correção da posição dos mesmos pode ser feita em qualquer idade. Existem no mercado aparelhos discretos que foram especialmente desenvolvidos para o tratamento de adultos.